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Nos últimos 13 jogos pelo Brasileirão, o Santos alternou desempenhos com e sem o Neymar: quando esteve em campo, somou vitórias contra Vasco da Gama, Clube do Remo e Atlético Mineiro. Um empate diante do Corinthians e derrotas para Internacional e Fluminense. Sem ele, acumulou derrotas para Chapecoense, Athletico Paranaense e Flamengo, além de empates com o São Paulo Futebol Clube, Mirassol Futebol Clube, Cruzeiro Esporte Clube e Esporte Clube Bahia.
Do ponto de vista estatístico, com dados coletados da plataforma SofaScore, Neymar disputou 6 jogos nesse recorte, registrando 3 gols, 2 assistências, além de 14 passes decisivos e média de 7 dribles certos por partida. Apesar disso, os números de criação direta de chances levantam questionamentos. Considerando os dados apresentados, o jogador levaria cerca de 270 minutos para gerar uma chance clara de gol.
Em uma projeção ampliada para 13 jogos, esse número cairia para aproximadamente 87 minutos por chance criada. Ainda assim, um índice que pode ser considerado modesto para um atleta da função e histórico do Neymar.
O principal argumento utilizado por defensores da convocação de Neymar, é a capacidade de decidir jogos em momentos críticos, especialmente saindo do banco de reservas. No entanto, ao confrontar esse discurso com os números recentes, observa-se uma discrepância entre expectativa e entrega efetiva em termos de criação de oportunidades.
Paralelamente, o desempenho da Seleção Brasileira de Futebol nos últimos 13 jogos chama atenção. A equipe soma 6 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. Sob o comando de Carlo Ancelotti em 10 dessas partidas, a seleção vem se mostrando cada vez mais distante da chamada “Neymardependência”.
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