Roberto Mancini, durante o treino de preparação para a Nations League 2026/27. REUTERS/Jennifer Lorenzini.
Futebol, Futebol de Seleções, Nations League

A nova Itália de Roberto Mancini O que esperar da tetracampeã mundial neste novo ciclo? 

24/09/2026 às 13h14

Após ficar de fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, a Itália tenta se reencontrar sob o comando de um velho conhecido. Roberto Mancini retorna ao comando da Azzurra com a missão de reconstruir a seleção e recolocá-la entre os principais nomes do futebol.

Mancini, que já havia treinado a seleção italiana entre 2018 e 2023, retorna ao comando técnico nacional após a breve e conturbada tentativa da Federação Italiana de contar com Andrea Pirlo para esta função.

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O primeiro desafio é a Nations League, que começa para a Itália nesta sexta-feira (25), diante da Bélgica. E logo em sua primeira convocação, Mancini incluiu nove estreantes entre os 34 convocados: o goleiro do Bolonha Massimo Pessina, o zagueiro da Roma Daniele Ghilardi, o zagueiro do Brentford Michael Kayode, o zagueiro do Monza Eddy Kouadio, o meio-campista do Cagliari Alessandro Romano, o meio-campista do Sporting CP Issa Doumbia, o atacante do Sassuolo Sebastiano Esposito, o atacante do Napoli Antonio Vergara e o atacante do Nürnberg Mohamed Alì Zoma.

Entre os novos nomes, vale destacar Alessandro Romano, meio campista que optou por defender a Itália depois de também ter a possibilidade de representar a Suíça, e Zoma, atacante que chega à seleção após marcar cinco gols em cinco partidas na temporada na segunda divisão da Alemanha.

A reformulação também aparece nas ausências. Mateo Retegui, um dos principais nomes da primeira passagem de Mancini pela Azzurra, ficou fora da lista mesmo após um bom início de temporada na Arábia Saudita, com quatro gols em sete jogos pelo campeonato nacional. 

Ao mesmo tempo em que abre espaço para uma nova geração, Mancini resgata jogadores que já conhece. Nicolò Fagioli e Nicolò Zaniolo voltam à seleção após quase dois anos afastados, enquanto Rolando Mandragora retorna pela primeira vez desde março de 2021. 

A combinação entre as novas convocações e o retorno de jogadores que já conhecem a seleção reforça o espaço aberto por Mancini para testar diferentes opções neste início de ciclo. A partir dos primeiros jogos, o treinador começa a desenhar uma Itália que busca se reconstruir.

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