Defesa de Jefferson durante amistoso entre Brasil e França. Foto: Getty Images
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Relembrar é viver: uma década depois, Brasil e França reeditam duelo de peso Vitória com moral e defesa histórica marcaram o amistoso realizado em 2015

Depois de mais de dez anos, Brasil e França voltam a se enfrentar em um amistoso. Os europeus contam com uma geração de muita qualidade do meio para frente, enquanto a seleção canarinho tenta retomar a confiança após certa instabilidade no cargo técnico.

Mas afinal, como foi o último jogo?

No dia 26 de março de 2015, a Seleção Brasileira conquistou a vitória por 3 a 1 no amistoso realizado no Stade de France, em Saint-Denis. O resultado marcou não apenas um triunfo fora de casa, mas também uma atuação convincente da equipe comandada por Dunga.

A França saiu na frente com gol do ex-zagueiro Raphaël Varane, aos 21 minutos. Todavia, o Brasil reagiu com gols de Oscar aos 40 minutos, Neymar aos 57 e Luiz Gustavo aos 70, fechando o placar.

O jogo também marcou uma defesa histórica do goleiro Jefferson diante de Karim Benzema. Em comemoração ao Dia do Goleiro, o jornal Globo Esporte realizou uma enquete perguntando qual foi a maior defesa da história da Seleção Brasileira. Concorrendo com grandes lances, inclusive em final de Copa do Mundo, Jefferson foi o eleito.

Na ocasião, os titulares da França foram:

Mandanda, Sagna, Varane, Sakho, Evra, Schneiderlin, Matuidi, Sissoko, Griezmann, Benzema e Valbuena.

Com a amarelinha foram:

Jefferson, Danilo, Miranda, David Luiz, Filipe Luís,Luiz Gustavo, Elias, Oscar,Willian, Neymar e Roberto Firmino.

Mais do que o resultado, a atuação reforçou a confiança no trabalho de Dunga, que buscava consolidar uma equipe competitiva no ciclo pós-Copa de 2014. Com uma postura sólida e eficiência ofensiva, a Seleção deixou Paris com uma vitória que serviu como sinal positivo para os desafios futuros.

Desde então, a seleção francesa veio numa crescente, chegando à final da Eurocopa de 2016, perdendo para Portugal, e a duas finais de Copa do mundo seguidas: 2018 e 2022, vencendo em 2018 e ficando com o vice em 2022. Já o Brasil venceu “somente” uma copa América em 2019 e caiu nas quartas de final das duas últimas copas. Mas o foco agora é outro: vencer e chegar com confiança para a Copa do Mundo de 2026.

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