- O Rei Inglês: mais que um camisa 9 Harry Kane marca duas vezes e garante vitória da Inglaterra na estreia da seleção na Copa do Mundo - 18 de junho de 2026
- Da batalha ao amor: Napoleão de chuteira e a pelota sentimental Recital de Messi e sombra de Mbappé contra Senegal marcam batalha histórica para dois dos maiores artilheiros da história das Copas - 17 de junho de 2026
- A melancolia dos idiotas: a pelada luxuosa e a muralha azul O que Irã x Nova Zelândia e Espanha x Cabo Verde têm em comum? - 16 de junho de 2026
O rei inglês não é o tipo de monarca que manda seus vassalos à luta enquanto reina bem distante do campo de batalha.
Não.
Ele desce ao campo de batalha. Busca o jogo no setor defensivo, participa da construção das jogadas, volta para marcar aos 91 minutos do segundo tempo e, para deleite dos amantes do bom centroavante, também marca gols.
Kane talvez seja a interseção perfeita entre o saudosismo do camisa 9 clássico, aquele que broca em todo jogo, e as exigências coletivas do futebol moderno.
Aos telespectadores resta apenas admirar toda a majestade do rei inglês em campo.
— Olha esse 9!
— O melhor 9 do mundo, neste momento, é ele!— Pelo visto, quando acabar a Copa, o Klose não vai ser nem top 3 da artilharia.
— Ele é craque.
E como é. Há atacantes que vivem para o gol. Kane vive para o jogo. O gol é apenas a consequência inevitável.






