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O empresário John Textor, convocou, na última sexta-feira (10), uma Assembleia Geral Extraordinária – AGE para o dia 20 de abril de 2026, a ser realizada de forma presencial, para que os acionistas do Botafogo decidam, com urgência, como lidar com as necessidades de capitalização do clube.
Em relatório de projeção contratado pela própria SAF alvinegra, a tendência é que o Botafogo fique de fora da Libertadores até, pelo menos, 2035. A projeção também aponta que o máximo que o glorioso deve chegar na Copa Sulamericana, é nas quartas-de-final. Apesar de assustar, o relatório adota um recorte mais realista, ao contrário dos relatórios pré-SAF, que contavam com premiações de títulos que nunca existiram. Portanto, aumentavam as dívidas do clube.

Para a assembleia, a pauta principal é a proposta de John Textor de aportar R$ 125 milhões imediatamente, por meio de um aumento de capital. O acionista pretende emitir novas ações em troca de aporte da Eagle. Mas a intenção esbarra na liminar emitida pelo juiz do Rio de Janeiro, que impede alteração do quadro societário, e também passa por cima da Cork Gully, que precisa ser consultada.
Além da discussão, a assembleia também abre espaço para que todos os acionistas apresentem outras alternativas, sejam isoladas ou em conjunto com o aporte proposto por Textor, de modo a resolver a situação financeira do Botafogo no curto prazo, já que o Botafogo está em débito com a parcela do RCE, vencida nesta sexta-feira (10). Caso atrase mais uma parcela no próximo mês, o alvinegro pagará uma multa de 50% no valor negociado.
No relatório divulgado pelo clube, o Lyon cobra os valores da venda do Luiz Henrique, Almada, Igor Jesus e Savarino.
As projeções apresentadas no documento da Meden Consultoria são fruto de discussões técnicas envolvendo todas as partes, sendo importante enfatizar que a não há garantias quanto à efetivação dessas.
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