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Uma decisão histórica: a FIFA ampliou os direitos das mulheres no futebol feminino. As novas regras garantem direitos às atletas que se tornam mães e ainda que nenhuma jogadora deve sofrer qualquer tipo de desvantagem por estar grávida. A primeira divisão do futebol feminino no Brasil conta com 524 jogadoras, 15 delas são mães. Veja os direitos de jogadoras de futebol:
Pelas novas regras, jogadoras e treinadoras passam a ter licença-maternidade para pelo menos 14 semanas remuneradas após o parto. Mães adotivas e não biológicas também vão ter direito a pelo menos 8 semanas de licença-maternidade. As atletas também contarão com um protocolo de retorno para garantir uma readaptação segura aos gramados e vão poder amamentar seu bebê durante a jornada de trabalho. Para isso, os clubes devem oferecer instalações apropriadas.
A Fifa também determinou que, enquanto não se sentirem seguras para voltar aos treinos, as jogadoras podem escolher outra atividade relacionada ao futebol para exercer temporariamente no clube, sem perda de remuneração. Outra novidade permite que as atletas se ausentem de treinos e jogos durante a menstruação.
O protocolo com as novas regras é de 2021, mas só foi aprovado por unanimidade pelo Conselho da FIFA agora em 2024.
Reportagem: Katia Maia. Direitos de jogadoras de futebol.






