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Aos 70 anos, Edinho Nazareth, ídolo do Fluminense, marcou presença na 4ª Edição da Geral, feira de artigos de futebol, no Rio de Janeiro, realizada no sábado (30), e neste domingo (31). Entretanto, mais do que uma visita ilustre com sessão de autógrafos, Edinho esteve como comerciante. Em comemoração aos 70 anos de vida, e 50 anos da Máquina Tricolor, o ex-jogador lançou uma camisa retrô com autógrafo na frente, e o número 5 nas costas.
A Máquina Tricolor, da qual Edinho fez parte, foi o lendário time do Fluminense montado entre 1975 e 1977, sob a presidência de Francisco Horta. Conhecido pelo futebol arte, o elenco contava com diversos craques que marcaram época e conquistou o bicampeonato carioca (1975 e 1976). Além disso, a Máquina também conquistou o Troféu Teresa Herrera de forma invicta em 1977, na cidade de Corunha, na Espanha. Dessa forma, a equipe tricolor garantiu o título internacional após golear o time tcheco Dukla Praga por 4 a 1 na grande final.
Em entrevista exclusiva para a PressFut, Edinho comentou sobre o lançamento, que fez sucesso na feira da Geral.
“Eu tô aqui, primeiro que é um evento muito bacana, que tem muita história aqui, muitas camisas que os torcedores gostam de ver, de admirar, e trocar também. Até comprar, né? O meu intuito aqui também é de mostrar a minha camisa retrô, assinada por mim, com o número 5 atrás, do qual eu fiz o gol em 80, contra o Vasco da Gama, (vitória) de 1 a 0. Portanto ela é em comemoração aos meus 70 anos e também aos 50 anos da Máquina Tricolor.” – declarou Edinho.
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Além de abrir o coração sobre o time histórico do qual fez parte, Edinho foi indagado sobre o que a Seleção Brasileira, que vai disputar a Copa do Mundo de 2026, pode aprender com a Máquina Tricolor. Em resposta, o ídolo do Fluminense lembrou da importância de se ter referências do passado. Mas disse também, que tem confiança na atual seleção.
“Na verdade, toda a juventude tem que aprender com o que passou, porque tudo é um ciclo, é cíclico. Hoje em dia, a gente vê jogadores mais jovens, com pouca experiência em Seleção Brasileira. É claro que deveriam olhar e ter uma referência, principalmente, com jogadores que já foram campeões mundiais. Mas a gente sempre leva fé e confiança nas nossas seleções e nessa seleção, com certeza.” – finalizou Edinho.






