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Após a saída de Alessandro Brito do cargo de diretor de gestão esportiva do Botafogo, o nome de Raphael Rezende volta a ser ventilado no clube. Segundo Matheus Medeiros do canal “Glorioso Play”, o ex-coordenador de scout alvinegro é um dos nomes que mais agradam a diretoria. Rapha foi demitido em fevereiro de 2026, ainda na antiga gestão John Textor.
Em março deste ano, o Vasco da Gama chegou a abrir negociação com Raphael Rezende, mas não houve acerto entre as partes, e o profissional segue livre no mercado.
Em entrevista para a PressFut, Rapha Rezende comentou sobre as possibilidades de novos trabalhos. Analisando propostas de clubes, e até mesmo de emissoras, durante a Copa do Mundo de 2026.
“A tendência é que eu permaneça trabalhando em clube. Acho o trabalho na televisão espetacular. Tive a chance ainda, já tendo ido pro Botafogo, de trabalhar em 2022 na Cazé TV, na Copa do Mundo, foi espetacular. A Copa tá próxima, né? Então dá aquela coceirinha também de pensar nisso. Mas a tendência, e a minha ideia, é permanecer trabalhando nos clubes porque é um trabalho assim… eu não sei se ele gera mais responsabilidade ou a questão do resultado que é muito latente ali no dia a dia, mas é mais prazeroso trabalhar com essa responsabilidade, sabe?” – comentou Raphael Rezende.
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De 2022 a 2026, o profissional trabalhou no scout do clube, que chegou a ser reconhecido como o melhor do país, recebendo inclusive, alguns prêmios. Dessa forma, participou da campanha dos títulos da Libertadores e do Brasileirão de 2024. Antes disso, também ajudou o clube a subir da Série B em 2021, ainda sem um cargo na gestão. Tendo como o primeiro trabalho no futebol o Botafogo, Raphael Rezende relembrou a função que ocupava no clube, como uma possível meta para o futuro.
“Se tiver que ser numa chefia, tocando o que é um departamento de mercado, também é algo que me agrada e que eu vinha fazendo no Botafogo. Então, depende do que o mercado também vai apresentar no primeiro momento. A tendência é continuar no mercado nesse lado do futebol. Muita gente fala, quando se fala de treinador, e eu tô muito distante do que é essa realidade, que você tem um mosquitinho ali do campo que é muito agressivo, assim, sabe? É muito difícil depois de você ter a oportunidade de trabalhar com competição, com resultado, de você se afastar disso. Então a tendência é que eu permaneça trabalhando em clube.”
“Então é se tiver oportunidade de ser uma função um pouco diferente talvez mais próxima do campo uma parte técnica isso me agradaria conseguir. Certeza, mas eu me vejo galgando, assim, evoluindo como profissional, conhecendo novos ambientes, novas pessoas, é importante você rodar, é um mercado que vocês sabem melhor do que eu. Na verdade, é o meu primeiro movimento dentro do futebol, mas a rotatividade é impressionante. Então, é importante você estar em contato, convivendo e aprendendo a se relacionar e trabalhar com pessoas diferentes. Então, acho que o próximo passo é esse, é estar num novo contexto, tentando desenvolver o trabalho próximo do que eu já fiz e com pessoas diferentes para colocar aquele em prova o tempo todo, sabe?” – complementou o analista.
Ex-comentarista da TV Globo, o profissional não se enxerga mais atuando como jornalista em definitivo. Todavia, não descarta trabalhar na função em momentos específicos, como em Copas do Mundo, por exemplo.
“Quando eu mudei eu já tava muito muito consciente assim de que eu queria me testar nesse nesse novo ambiente nesse, novo cenário, e acho que foi gratificante pelo que a gente conquistou. Mas também pelo pelo que foi a mudança de carreira em si. Então hoje, especificamente, eu não me vejo voltando (para o jornalismo). A tendência é continuar no mercado nesse lado do futebol mesmo.” – finalizou Raphael Rezende.






