- “Los Pibes”: torcedor do Peñarol condenado por vandalismo no Rio tentou se fazer de vítima em depoimento Bruno Nicolas Nanches Moreira e Sérgio Gabriel Silveira Balbuena foram condenados à prisão - 15 de julho de 2026
- Golpe: Polícia recupera acervo esportivo raro de R$ 450 mil em shopping no Rio de Janeiro Entre as peças, estavam camisas da Seleção Brasileira, uma camisa comemorativa dos 1000 gols de Pelé, além de bolas assinadas por estrelas da NBA - 11 de julho de 2026
- Jogadores voltam a ser alvos da Polícia Civil por manipulação no Campeonato Carioca de 2026 Jogadores são investigados por cartões amarelos em partida entre Portuguesa-RJ e Nova Iguaçu - 6 de julho de 2026
Ex-dono do Bordeux, DaGrosa não estava no perfil preferido pelo RWD Molenbeek. John Textor, novo dono do Botafogo, levou a melhor.
Após comprar o Botafogo, o empresário americano John Textor viajou à Bélgica para mais um negócio. Dessa vez, ele adquiriu, também majoritariamente, as ações do RWD Molenbeek. Sediado em Bruxelas, o humilde clube da segunda divisão está em ascensão no país. Segundo Thierry Dailly, presidente do clube, a sintonia com o novo proprietário foi instantâneo na primeira reunião via Zoom.
“Estávamos imediatamente na mesma sintonia. A mesma visão, a mesma paixão. Em Bruxelas, dizemos: ‘o primeiro contacto é sempre melhor‘ – e foi. Senti imediatamente a sua paixão. É alguém que investe no futebol e isso é diferente de alguém que investe para vender. ” – diz Thierry ao “Off The Pich”.
A chegada de John Textor deu um fim à busca de três anos de Thierry Dailly por um novo acionista. Nesse período, foram mais de 20 investidores entrevistados, incluindo o famoso Joseph DaGrosa, ex-dono do Bordeaux, que negocia com o América-MG. Portanto, a busca só teve um fim com a chegada de John Textor. Thierry conheceu o americano no Selhurst Park, estádio do Crystal Palace, clube de Textor.
Aliás, o americano será o segundo investidor do Crystal Palace a virar acionista na Bélgica. David Blitzer é dono do Waasland-beveren, também da segunda divisão.
Sobre o RWD Molenbeek

Mesmo sendo um clube da capital belga, o RWD Molenbeek é uma modesta equipe. Aliás, durante a última década, o clube estava em divisões amadoras do futebol de Bruxelas. Foi Thierry Dailly quem o guiou para a segunda divisão nacional. O segundo maior escalão do país. Tudo isso, em apenas sete anos.
Entretanto, a chegada da pandemia foi um baque para a equipe de menor investimento da divisão. O impacto financeiro fez com que Dailly buscasse com urgência, ajuda financeira. Contudo, mesmo com dificuldades, o Molenbeek perdeu apenas € 3.000 na bolsa. O que mostra o controle rígido das finanças.
“A situação do clube é muito difícil hoje. Com o menor orçamento. Somos uma grande família e John fala muito sobre família, pessoas e comunidade. Acho que com John tenho o melhor perfil e certamente alguém com a mesma visão. É uma grande vantagem para o clube podermos avançar com uma visão compartilhada.” – declarou o presidente do Molenbeek.
Com um cenário financeiro melhor que o Botafogo, poderíamos esperar mais facilidade para John Textor. Todavia, não é o que acontece. Isso porque, o campeonato belga é repleto de empresários poderosos, como o City Football Group, donos do Manchester City. Portanto, a concorrência é pesada.






